Outro sinal preocupante, é o facto de o orçamento global previsto para o próximo ano, embora virtualmente empolado, ser de pouco menos de 10 milhões de euros, ou seja, menos cerca de 27% do que o previsto para o corrente ano (2011) e menos quase 40% do que o de 2010. Compreendemos que os cortes nas transferências para as Autarquias, previstos no Orçamento de Estado, leve a alguns ajustamentos no orçamento da Câmara Municipal de Murça. Contudo, na medida em que este corte será apenas de 5%, as principais razões da diminuição do orçamento da Câmara são com certeza outras.sexta-feira, novembro 04, 2011
Reunião de Câmara: Orçamento para 2012
Outro sinal preocupante, é o facto de o orçamento global previsto para o próximo ano, embora virtualmente empolado, ser de pouco menos de 10 milhões de euros, ou seja, menos cerca de 27% do que o previsto para o corrente ano (2011) e menos quase 40% do que o de 2010. Compreendemos que os cortes nas transferências para as Autarquias, previstos no Orçamento de Estado, leve a alguns ajustamentos no orçamento da Câmara Municipal de Murça. Contudo, na medida em que este corte será apenas de 5%, as principais razões da diminuição do orçamento da Câmara são com certeza outras.sábado, outubro 30, 2010
Reunião de Câmara: 15 de Outubro de 2010
Declaração de Voto: 5ª Alteração ao Orçamento da Despesa
A Revisão Orçamental proposta visa fazer face, quase exclusivamente, à necessidade de reforço das rubricas relacionadas com Pessoal, presumivelmente para dar cabimento ao concurso para contratos de pessoal a tempo indeterminado que se segue na agenda.
O reforço proposta totaliza cerca de 100 mil euros a contabilizar até ao final do ano o que, a três meses do final de 2010, se nos afigura como uma despesa certa de mais de 400 mil euros para o próximo ano.
Esta despesa aliada ao corte por força do Despacho 15191/2010, de 7 de Outubro, significa uma diminuição de aproximadamente 1 milhão de euros para o ano de 2011. Na nossa opinião revelam-se montantes incomportáveis para a débil situação financeira da Câmara, não só para fazer face a salários e pagamentos de dívidas, quanto mais para algum investimento que tão necessário é no Concelho.
terça-feira, outubro 26, 2010
Reunião de Câmara: 15 de Outubro de 2010
O excessivo endividamento da Câmara de Murça, agravado durante os últimos anos, determinou que o Governo cortasse o montante de 666 mil euros na transferência do Fundo de Equilíbrio Financeiro (FEF - montante a transferir do orçamento de estado para a autarquia).
Segundo o Despacho n.º 15191/2010 publicado em Diário da República no dia 7 de Outubro, assinado pelo Secretário de Estado Dr. José Junqueiro, durante o ano de 2008, tal como já vinha sendo alertado há algum tempo pelos vereadores eleitos pelo PSD, a Câmara Municipal de Murça deveria ter reduzido o seu endividamento em 192 mil euros, montante correspondente a 10% do excesso da dívida contraída até 1 de Janeiro de 2008. Não só a autarquia não diminuiu a dívida como a aumentou em mais 474 mil euros.
O somatório destes valores, 666 mil euros, vão ser retirados dos duodécimos das transferências do FEF, o que em termos percentuais corresponde a 30 % do total das transferências do orçamento do Estado em 2010 para a autarquia.
Um corte desta magnitude nas transferências do orçamento de Estado só servirá para agravar, dramaticamente, as dificuldades de tesouraria da Câmara Municipal.

Os Vereadores eleitos pelo PSD vêm assim, mais uma vez, manifestar a sua preocupação com o agravar da debilidade financeira da Autarquia, alertando a maioria socialista para a necessidade de urgentemente se proceder à alteração da política despesista que vem sendo seguida nos últimos anos.
Para que no futuro não deixem de ser executadas obras estruturantes e não sejam postos em causa os postos de trabalho criados pela Autarquia, é necessário começar desde já a cortar no desperdício e criar condições para o desenvolvimento económico do concelho.
Paulo Calvão
Pedro Barroso Magalhães
terça-feira, outubro 19, 2010
Mensagem: PSD de Murça Out2010
quinta-feira, outubro 14, 2010
Rádio Universidade FM: Reportagem sobre o Endividamento Excessivo da Cãmara de Murça
terça-feira, outubro 12, 2010
Notícias de Vila Real: Municípios de Murça e Alijó Penalizados por Excesso de Endividamento
O excessivo endividamento das Câmara de Murça e Alijó, agravado durante os últimos anos, determinou que o Governo cortasse 10 por cento da transferência do Fundo de Equilíbrio Financeiro (FEF), que corresponde ao montante a transferir do Orçamento de Estado para as autarquias.O despacho do Ministro das Finanças, publicado em Diário da República, ordenou que seja reduzida a transferência do FEF prevista no Orçamento de Estado para este ano. Para a Câmara de Murça esta penalização traduz-se em 666 mil euros, que corresponde a mais de 30 por cento do total de transferências do Estado para a Câmara durante o ano de 2009. Situação mais grave verifica-se em Alijó, onde a redução das verbas a transferir para este município, proveniente do Orçamento de Estado para 2010, será no valor de um milhão e 340 mil euros.
de Murça lamenta que se tenha chegado a esta situação, para a qual há vários anos vem chamando a atenção do executivo socialista. “Um corte desta magnitude nas transferências do Orçamento de Estado para a Autarquia de Murça só servirão para agravar, dramaticamente, as dificuldades de tesouraria da Câmara Municipal. Os eleitos do PSD manifestam assim a sua preocupação por estarmos hoje, e continuaremos no futuro, a pagar os sucessivos erros de gestão dos dinheiros públicos da responsabilidade da maioria socialista na Concelho de Murça”, revela o comunicado.sábado, setembro 04, 2010
Reunião de Câmara: 03 de Setembro de 2010
A situação financeira do Município de Murça, como todos sabemos, não é a melhor. Como observado aquando da apreciação das Contas de Gerência de 2009, a Autarquia manifesta-se incapaz de fazer face aos compromissos financeiros de curto prazo assumidos, perdendo assim a capacidade de efectuar investimentos por todo o Concelho. Adicionalmente, a Autarquia está fortemente dependente de fundos externos (estatais e comunitários), o que revela uma delicada autonomia financeira, agravada pela previsível diminuição dessas receitas externas por força das medidas restritivas implementadas pelo governo de José Sócrates.

Em resultado da gestão efectuada pelo Partido Socialista em Murça, ao longo dos últimos anos, a Autarquia tem vindo a acumular dívidas a fornecedores, que atingem actualmente valores alarmantes. Muitas dessas dívidas são a pequenas ou médias empresas, muitas delas do concelho de Murça, que se vêem completamente asfixiadas financeiramente. Assim, a maioria socialista em nada contribui para o desenvolvimento económico do concelho, não incentivando a fixação de empresas e a criação de novos postos de trabalho.
Nesta revisão orçamental, o Sr. Presidente da Câmara, João Teixeira, visa dar seguimento ao saldo de gerência do ano anterior, no valor de 418.736,00€, o que não estava previsto aquando da elaboração do orçamento para 2010. Os Vereadores eleitos pelo PSD entendem que este valor deveria ser usado para abater as dívidas da Autarquia a fornecedores. Ou seja, em vez de aproveitar para aumentar a despesa, como proposto pela maioria socialista, esta quantia deveria ser usada para aliviar financeiramente algumas das empresas do concelho a quem a autarquia está em falta.
quinta-feira, dezembro 03, 2009
Reunião de Câmara: 3 de Dezembro de 2009
Registamos ainda que, se para o executivo ou para os funcionários que trabalharam neste documento durante semanas ou até mesmo meses não terá sido fácil, para nós torna-se senão impossível, pelo menos um exercício extremamente difícil.
Um Orçamento, no seu verdadeiro conceito, deverá ser uma ferramenta financeira rigorosa, que deve espelhar, de uma forma o mais fiel possível, a visão de futuro e a estratégia de desenvolvimento para o concelho, tendo sempre em conta a real situação económico-financeira do município.
Ora o documento agora apresentado parece-nos ser a antítese do que realmente por definição deveria ser. Não passa de um rol de intenções avulsas, desgarradas, sem qualquer visão de futuro ou perspectiva de desenvolvimento sustentado, andando a reboque do que é importante para o governo central, dando sempre a imagem de bom comportamento e subserviência, deixando as reais preocupações e necessidades dos munícipes arredadas das dos seus dirigentes executivos.


